A presidente Ivana Bastos dividiu a direção dos trabalhos, do pequeno expediente com o deputado Adolfo Menezes (PSD)
A presidente Ivana Bastos dividiu a direção dos trabalhos, durante o pequeno expediente desta terça-feira (26), com o deputado Adolfo Menezes (PSD), que concedeu o tempo a todos os colegas inscritos no horário. Os parlamentares saudaram a presença, na galeria Paulo Jackson, das entidades de representação dos profissionais de educação na Bahia, como a APLB-BA e a Aceb, além de outros servidores mobilizados pela votação de projetos de interesse das categorias.
Robinho (UB) afirmou que o Planserv deixou de oferecer um atendimento de qualidade logo após a redução do subsídio do Estado, de 5% para 2%, no governo de Rui Costa. O deputado acusou o senador Otto Alencar de atrasar a votação da PEC 5/2025, que propõe redução da alíquota patronal do INSS paga pelas prefeituras, além de questionar “em que o PT foi positivo para os baianos”.
Olivia Santana (PC do B) chamou a atenção para importância dos projetos, na ordem do dia, para a carreira de servidores de áreas como educação e meio ambiente. Entre outros temas, ela também registrou sua participação no Encontro África-Brasil, em Brasília, onde o presidente Lula anunciou bolsas entre universidades dos países e criação da Universidade Federal África-Brasil na Bahia.
Angelo Almeida (PT) celebrou a valorização da massa salarial no governo Lula, que garantiu um aumento real médio de 9,7% nos rendimentos dos trabalhadores entre 2023 e 2025. Destacou ainda as plenárias territoriais do Programa de Governo Participativo para colocar as demandas da população no orçamento. “Quem escuta bem, quem escuta mais, acerta muito mais”, afirmou.
Luciano Ribeiro (UB) defendeu a criação de CPI para investigar possíveis irregularidades na fila de regulação de saúde, relatando falta de transparência, ausência de critérios para prioridade e favorecimento político nos atendimentos. O deputado afirmou que, apesar da promessa de zerar a fila na gestão de Jerônimo Rodrigues, “houve aumento de 200%, segundo o Tribunal de Contas”.
Tiago Correia (PSDB) relatou possível disseminação de mudas contaminadas por vírus que ameaçam a produção cacaueira no Sul da Bahia, associando o fato ao que chamou de “bioterrorismo” com a introdução, por agentes políticos e técnicos, da doença “vassoura-de-bruxa” no passado. O tucano defendeu apuração dos órgãos federais e punição de eventuais responsáveis.
Dr. Diego Castro (PL) se associou ao colega, relatando que a crise na cacauicultura baiana, “agravada pela omissão, falta de investimentos e apoio do governo estadual”, o fez apresentar um projeto de lei, propondo instituir uma política emergencial de socorro aos produtores de cacau, com medidas como crédito subsidiado, renegociação e alongamento de dívidas rurais.
Rosemberg Pinto (PT), em resposta ao deputado Robinho sobre os feitos do PT na Bahia, afirmou que a principal transformação promovida, desde 2007, foi fortalecer a democracia, o trato republicano e o respeito às instituições, garantindo independência dos poderes. O líder afirmou que os governos anteriores tinham a máxima de “manda quem pode, obedece quem tem juízo”.
Fabrício Falcão (PC do B) exaltou o Programa de Governo Participativo por promover a escuta ativa da população dos territórios, integrar as demandas da sociedade ao orçamento público e garantir que os recursos sejam aplicados de acordo com as reais necessidades do povo. Também criticou a fala do pré-candidato ACM Neto “desmerecendo o papel dos gestores municipais da Bahia”.
Euclides Fernandes (PT) celebrou evento em Jequié, no sábado (23), que entregou equipamentos e implementos agrícolas a municípios do Médio Rio de Contas, com o objetivo de fortalecer a produção rural e apoiar a agricultura familiar. Também destacou o lançamento da nova unidade de pesquisa, parceria entre a Embrapa, o Governo da Bahia e instituições parceiras.




















































































