A Academia de Letras de Ilhéus (ALI) estará representada na Festa Literária Internacional de Paraty, a FLIP 2026, pelas confreiras Luh Oliveira e Cátia Hughes. Entre os dias 23 e 25 de julho, as escritoras participarão de lançamentos, sessões de autógrafos e mesas literárias em diferentes espaços da programação realizada em Paraty, no Rio de Janeiro.
Com uma agenda ampla, a escritora, poeta e professora Luh Oliveira, presidenta em exercício da Academia de Letras de Ilhéus, estará presente em atividades que atravessam a poesia, a literatura para as infâncias, a memória, a escrita feminina e as experiências que nascem da palavra.
Na quinta-feira, 23 de julho, das 14h às 15h, Luh Oliveira realizará uma sessão de autógrafos na Praça Aberta FLIP, espaço voltado à circulação de escritores e editoras independentes. Na ocasião, apresentará parte de sua produção literária, com destaque para Pintei a Lua de Jasmim, livro de poesia marcado pela delicadeza dos afetos e das lembranças; Goteira de Gatos, obra infantil que transforma o cotidiano em brincadeira poética; e Com Quem Você Mora?, narrativa que acolhe as diferentes configurações familiares por meio da história da menina Ziza.
Ainda no dia 23, das 15h às 16h, na Casa Escreva, Garota!, a autora participará do lançamento da antologia NÓS 4 – Textos de Autoria Feminina, projeto editorial do Selo Off Flip. Luh integra a publicação com o conto O Bife de Cozinha, selecionado entre os textos destacados desta quarta edição da coletânea.

Das 17h às 20h, também na Casa Escreva, Garota!, a escritora participará de mais uma sessão de autógrafos, ampliando o encontro com leitores e apresentando livros de diferentes momentos de sua trajetória literária.
Encerrando a programação do primeiro dia, das 20h às 21h, Luh Oliveira integrará, na Casa Ópera, a roda de conversa Tecendo versos, costurando poemas e parindo mundos: a escrita feminina como sujeita criativa de memórias e vivências. A mesa contará ainda com as escritoras Martha Sales, Sol de Paula e Renata Lima, reunidas em torno das relações entre criação, memória, experiência e autoria feminina. Após a conversa, haverá sessão de autógrafos.
Na sexta-feira, 24 de julho, Luh Oliveira iniciará sua programação às 10h, participando, na Casa Gueto, de um lançamento coletivo com a Escola de Escritoras e a Editora Polifonia.
Das 12h às 13h, na Casa Ópera, integrará a roda de conversa Narrativas de mim e um pouco mais, encontro voltado às escritas que se constroem a partir da experiência, da identidade e das histórias pessoais.

Entre 14h e 16h, novamente na Casa Gueto, a autora participará da roda de conversa Toda história começa com uma pergunta..., propondo um diálogo sobre os caminhos da imaginação e sobre as perguntas que abrem portas para a criação literária.
Ainda na sexta-feira, Luh Oliveira estará na Casa Escreva, Garota!, das 16h30 às 17h50, para a mesa Entre a voz e a cicatriz: o poder da palavra feminina para dizer, curar e (re)existir, ao lado de Quezia Carneiro e Renata Lima. O encontro abordará a escrita feminina como espaço de voz, enfrentamento, cuidado, memória e resistência.
A confreira Cátia Hughes também integrará a programação da FLIP 2026. No sábado, 25 de julho, às 17h30, ela participará, na Casa Urutau, da mesa O que nos atravessa: linguagem, amor, cuidado e resistência, ao lado de Aline Bernardi, Elena Arantes e Lígia Villaron. A atividade colocará em diálogo experiências relacionadas ao afeto, à escuta e à resistência, refletindo sobre como a literatura pode acolher fragilidades, construir vínculos e imaginar outras formas de convivência. Em seguida, terá uma sessão de autógrafos do livro Palavra-mormaço.
Cátia Hughes também participa da antologia NÓS 4 – Textos de Autoria Feminina, do Selo Off Flip, com o conto Era uma vez..., igualmente selecionado entre os textos destacados da publicação.
A presença de Luh Oliveira e Cátia Hughes na FLIP 2026 evidencia a participação da Academia de Letras de Ilhéus no cenário literário nacional. Com percursos e propostas próprias, as duas confreiras levam a Paraty a literatura produzida em Ilhéus e no sul da Bahia, aproximando seus livros, suas experiências e suas vozes de leitores e escritoras de diferentes regiões do país.
















































































