A escritora e poetisa Rita Santana, membro efetivo da cadeira 37 — que tem como patrono Vasconcelos de Queiroz e como fundador Nathan Coutinho — da Academia de Letras de Ilhéus (ALI), participou de duas mesas que aconteceram no último fim de semana, entre os dias 5 e 9 de agosto, na 10ª edição da Flipelô/2026 (Festa Literária Internacional do Pelourinho), em Salvador.

A confreira da Casa de Abel, autora do livro Tramela (Villa Olívia), atriz e formada em Letras pela Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), participou de eventos em 6/8, com o tema "Com a palavra o escritor – O desafio do primeiro livro: uma conversa entre autores premiados", e em 9/8, com o tema "Três tempos da escrita de mulheres negras: movimentos e mutações".

A escritora Rita Santana, sobre a sua participação na Flipelô 2026, especialmente na segunda mesa, declarou emocionada: A segunda mesa me trouxe um reencontro sempre denso com @vaniacaramelo e sua poesia, sua formação e sua sabedoria em conciliar nossas perspectivas, além do elo de afeto que nos irmana. @karinemathias me deixou feliz e encantada por seus estudos, sua postura curiosa e segura sobre o universo literário e sua trajetória, que já desponta com méritos e conquistas. Uma jovem gentil, atenta e talentosa.

E sobre a participação da confreira Rita Santana na Flipelô 2026, declarou o confrade Efson Lima (Cadeira 40 da Academia de Letras de Ilhéus e 13 da Academia Grapiúna de Artes e Letras/Agral/Itabuna) em seu brilhante artigo  “A Flipelô ficou maior e mais inclusiva”, publicado nos sites www.jornaldireitos.com e www.jornalocompasso.com.br: “Lá, encontrei a nossa confreira Rita Santana abrilhantando a mesa “Palavras que desatam nós “, somava-se na potência de vozes com mais três outras mulheres negras amplificando a participação de mulheres na produção literária e científica (Calila das Mercês, Fernanda Mota e Isabela Almeida). Lembrou que muitos de seus leitores permanecem apaixonados por seu livro “ Alforrias” e se mantem. Eu sou um desses. Não sou apaixonado. Sou casado, mas não sou ciumento, recomendei como recurso pedagógico para uma disciplina da Ufba em uma unidade de ensino. Por favor, não me tomem como praticante do poliamorismo. Nada contra, mas é que livros não tem dono. Tem autor e direitos patrimoniais…lançado ao mundo, o leitor é outro criador e narra a obra, agora, ao seu modo e com suas vivências”.