O crítico não compreende, embora possivelmente estude; não escuta, embora possivelmente ouça; e nada diz de essencial, embora possivelmente fale.
Afinal, o querer, o saber e o poder constituem o tripé de qualidades indispensáveis ao Ser Humano que busca tomar posse do que sente para, assim, vivenciar integralmente o que sabe. No entanto, quanto ao crítico, observa-se um descompasso estrutural: ele não ousa, ainda que afirme querer; não sente, ainda que declare saber; e nada realiza, ainda que alardeie poder.
Por conseguinte, aquele que desloca o olhar do julgamento externo e concentra sua atenção em si mesmo tende a despertar, de forma incomparavelmente mais rápida, para a sua essência causal.
A consciência não é o mero reflexo do que se observa fora, mas o campo de coerência qualica onde a causa se reconhece naquilo que sente.
Consciência se Pratica! Filosofia QUÁLICA se eleva.
Gel Varella.
Educador se educando

















































































